sábado, 6 de outubro de 2012

M de Morte 3/18


- Isso deve cobrir os estragos. Desculpe me o inconveniente.

Sobe em sua moto e vai a casa de seu grande amigo e mestre, chegando lá ele entra e senta-se no sofá, Sandro repara o sangue e a expressão assustada de Carlos então eles começam a conversar:

- Atingiu seu objetivo? – Diz Sandro.

- Ainda não, porém matei o irmão e um dos homens dele – diz Carlos, um pequeno sorriso aparece na face de Carlos, mas este não era e nem parecia sincero.

- Esta feliz? – Diz Sandro.

- Não ainda não matei quem queria – diz Carlos

- Então faça o que deve ser feito, mas agora vá para sua casa, precisa descansar e se limpar – diz Sandro.

Carlos foi para sua casa muito pensativo, chegando em casa ele começa a ter duvidas.

(acho q a maioria das pessoas teriam, afinal matando a família do assassino que matou sua mãe ele também não se tornaria um? E possível conviver com tudo isso? E a pergunta mais importante que ele se fazia, iria ele se vingar do verdadeiro assassino?)

Esta noite Carlos não conseguiu dormir não sabia se era por ter sido a primeira vez q ele cometeu um assassinato ou se era por não ter matado o assassino de sua mãe. Sua mente envolvida em pura confusão, o atormentava.

Ele resolve sair para caminhar, tendo andado 5 ou 6 quarteirões encontra alguns de seus amigos com eles andava uma garota que lhe chamou atenção, ela era loira tinha olhos azuis e o olhava com um olhar de hesitação e paixão, ele ficou fascinado, sabia que precisava fazer algo. Ela o atrairá de tal modo, que ele não pensava em mais nada.

Carlos se juntou ao grupo e foi com eles ate uma lanchonete, um bom lugar para se beber, mesas de sinuca e cerveja barata, ele pediu uma dose dupla de whiskey, apos tornar a dose em um gole, pediu uma garrafa de vinho. 
Olhando para tal garota ele percebe que ela retribui seu olhar e algo o forçava a conversar com aquela garota:
- quer algo?
- Talvez beber um pouco de vinho com você! – respondeu. Uma leve euforia lhe atinge.
- Meu nome é Carlos, e o seu? - ele pergunta enquanto olha nos olhos dela
- Meu nome é Dani! – sua expressão dócil e meiga dixa Carlos ainda maisfacinado 
- Não sei explicar bem o porque mas gostei de você – diz ele sorrindo
- Eu também gostei de você, tão serio e tão sereno – diz ela rindo, em seu sorriso escapava um pouco de malicia e algo mais, porem Carlos não sabia exatamente o que era.

- Você esta com algum dos meus amigos? agora uma preocupação surge em seus olhos. E se ela estiver, não deveria ter feito tal pergunta pensou ele.
- Não eles são só conhecidos! –diz ela pegando em sua mão.

Carlos a olha, um pequeno sorriso se forma em seus lábios, ela fica com as maçãs do rosto ligeiramente avermelhadas lentamente ele se aproxima, como se ele fizesse uma  sátira a todo aquele clichê ele pisca e ela responde com uma piscadela, ele a beija, todos envolta ficam olhando sem muito entender,  porem eles não dão a mínima. 

- Quer dar uma volta? - diz Carlos
- Vamos – diz ela, já se levantando.
- Vamos até minha casa pegar minha moto – diz ele
- Vamos!

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